Resenha

Fullmetal Alchemist e o princípio básico da alquimia, a Lei da Troca Equivalente

“Não crie ouro. Não crie humanos. Jure lealdade ao governo”

Rafaella Soares


“Não crie ouro. Não crie humanos. Jure lealdade ao governo”. Essas são as leis que regem as vidas dos alquimistas federais, mais também conhecidos como cães do governo.

 

Num mundo completamente alternativo e incrível onde a alquimia faz parte do cotidiano das pessoas comuns e a população é governada e protegida pelo exército, os grandes heróis dessa história, Edward e Alfonse Elric, nascem numa pequena cidade esquecida do interior.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foto: Imagem retirada do Deviant Art

 

 

Filhos de um pai ausente, as duas crianças, extremamente inteligentes e com talento natural para a alquimia, se tornaram extremamente apegados à mãe, que infelizmente faleceu cedo demais, criando nos dois a determinação inabalável de trazê-la de volta.

 

Contra todos os preceitos e tabus, os dois passam anos procurando uma forma de quebrar a maior lei da alquimia: “A síntese da vida humana” na esperança de ter sua querida mãe de volta.

 

A alquimia, no entanto, é regida pela lei da troca equivalente. Para criar, algo de igual valor deve ser perdido, e por infringir a regra da criação humana os dois são castigados pelo o que eles conhecem como “Verdade”. E a verdade mostra que o pecado deve ser pago, nesse caso com a perna de Edward e Alfonse acaba por perder todo o corpo. Numa tentativa desesperada de trazê-lo de volta, ainda que parcialmente, Edward perde um braço para transmutar a alma do irmão em uma armadura.

 

 

 

 

 

 

 

Foto: Imagem retirada do Deviant Art

 

 

As duas crianças que iniciaram a história apenas querendo sua mãe de volta, agora correm atrás de outro objetivo: Seus corpos originais, e para tal feito caçam o que é considerado uma lenda da alquímica, A pedra Filosofal.

 

A pedra filosofal, de acordo com a lenda, pode ignorar as leis da troca equivalente além de ampliar os poderes do alquimista de forma quase ilimitada. Por causa dessas características, tal pedra poderia trazer de volta os corpos de Edward e Alfonse.

 

Para ter condições de fazer essa “caça ao tesouro”, Edward se submete a ser um Alquimista Federal e se rende ao exército para Tal feito. Por causa das próteses de ferro que substituíram seus braço e perna, Edward recebeu a alcunha de “Fullmetal Alchemist” que dá o nome ao mangá.

 

O objetivo dos irmãos é usar a Pedra Filosofal única e exclusivamente para recuperar os seus corpos, porém, outros personagens aparecem na trama com interesse no mesmo lendário artefato.

 

Homúnculos, conhecidos como “Humanos artificiais” ou “Homem do frasco”, misteriosas criaturas de aparência humana e habilidades incríveis, também estão atrás da pedra e parecem ter um interesse especial nos irmãos Elric, atrapalhando suas buscas e sempre interferindo em seus caminhos.

 

 

 

 

 

 

Foto: Imagem retirada do site villains wikia

 

 

Mas mesmo com tantas adversidades, os Irmãos Elric acabam descobrindo a terrível verdade por trás da síntese da pedra filosofal, envolvendo muitas vidas inocentes que engloba uma história muito antiga que conecta a dizimação de um país inteiro e a fundação de sua própria nação.

 

Com um roteiro completo, complexo e cheio de referências, batalhas épicas, descobertas incríveis, reviravoltas e uma boa pitada de humor, o mangá é um prato cheio para qualquer fã de mangás do estilo Shounen (voltado para rapazes). A autora soube trabalhar com todas as dezenas de personagens presentes sem deixar faltar a relação incrivelmente forte dos dois irmãos que são o foco principal. Impossível não se identificar com algum dos personagens e se emocionar com a trama de alguns deles, é notável também uma grande profundidade filosófica, nada neste mangá acontece por acaso e isso é incrível.

 

O mangá é da autora Hiromu Arakawa, iniciado em 2001 e terminado em 2010, já finalizado também no Brasil no formato meio Tanko compilado em 54 maravilhosos volumes. Mas para quem perdeu a publicação na época, nada de pânico, a editora JBC atendeu o pedido dos fãs e republicou o mangá no formato tanko e ainda está na terceira edição nas bancas. Para os mais curiosos, existem duas versões do anime, “Fullmetal Alchemist” com final alternativo e “Fullmetal Alchemist Brotherhood” com o enredo quase fiel ao mangá, vale muito a pena ler e assistir, esse com certeza é um dos meus mangás favoritos e meu melhor conselho é: Não deixe esse mundo sem ler “Fullmetal Alchemist” antes.

 


Resenha

Fullmetal Alchemist e o princípio básico da alquimia, a Lei da Troca Equivalente

“Não crie ouro. Não crie humanos. Jure lealdade ao governo”

Rafaella Soares


“Não crie ouro. Não crie humanos. Jure lealdade ao governo”. Essas são as leis que regem as vidas dos alquimistas federais, mais também conhecidos como cães do governo.

 

Num mundo completamente alternativo e incrível onde a alquimia faz parte do cotidiano das pessoas comuns e a população é governada e protegida pelo exército, os grandes heróis dessa história, Edward e Alfonse Elric, nascem numa pequena cidade esquecida do interior.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foto: Imagem retirada do Deviant Art

 

 

Filhos de um pai ausente, as duas crianças, extremamente inteligentes e com talento natural para a alquimia, se tornaram extremamente apegados à mãe, que infelizmente faleceu cedo demais, criando nos dois a determinação inabalável de trazê-la de volta.

 

Contra todos os preceitos e tabus, os dois passam anos procurando uma forma de quebrar a maior lei da alquimia: “A síntese da vida humana” na esperança de ter sua querida mãe de volta.

 

A alquimia, no entanto, é regida pela lei da troca equivalente. Para criar, algo de igual valor deve ser perdido, e por infringir a regra da criação humana os dois são castigados pelo o que eles conhecem como “Verdade”. E a verdade mostra que o pecado deve ser pago, nesse caso com a perna de Edward e Alfonse acaba por perder todo o corpo. Numa tentativa desesperada de trazê-lo de volta, ainda que parcialmente, Edward perde um braço para transmutar a alma do irmão em uma armadura.

 

 

 

 

 

 

 

Foto: Imagem retirada do Deviant Art

 

 

As duas crianças que iniciaram a história apenas querendo sua mãe de volta, agora correm atrás de outro objetivo: Seus corpos originais, e para tal feito caçam o que é considerado uma lenda da alquímica, A pedra Filosofal.

 

A pedra filosofal, de acordo com a lenda, pode ignorar as leis da troca equivalente além de ampliar os poderes do alquimista de forma quase ilimitada. Por causa dessas características, tal pedra poderia trazer de volta os corpos de Edward e Alfonse.

 

Para ter condições de fazer essa “caça ao tesouro”, Edward se submete a ser um Alquimista Federal e se rende ao exército para Tal feito. Por causa das próteses de ferro que substituíram seus braço e perna, Edward recebeu a alcunha de “Fullmetal Alchemist” que dá o nome ao mangá.

 

O objetivo dos irmãos é usar a Pedra Filosofal única e exclusivamente para recuperar os seus corpos, porém, outros personagens aparecem na trama com interesse no mesmo lendário artefato.

 

Homúnculos, conhecidos como “Humanos artificiais” ou “Homem do frasco”, misteriosas criaturas de aparência humana e habilidades incríveis, também estão atrás da pedra e parecem ter um interesse especial nos irmãos Elric, atrapalhando suas buscas e sempre interferindo em seus caminhos.

 

 

 

 

 

 

Foto: Imagem retirada do site villains wikia

 

 

Mas mesmo com tantas adversidades, os Irmãos Elric acabam descobrindo a terrível verdade por trás da síntese da pedra filosofal, envolvendo muitas vidas inocentes que engloba uma história muito antiga que conecta a dizimação de um país inteiro e a fundação de sua própria nação.

 

Com um roteiro completo, complexo e cheio de referências, batalhas épicas, descobertas incríveis, reviravoltas e uma boa pitada de humor, o mangá é um prato cheio para qualquer fã de mangás do estilo Shounen (voltado para rapazes). A autora soube trabalhar com todas as dezenas de personagens presentes sem deixar faltar a relação incrivelmente forte dos dois irmãos que são o foco principal. Impossível não se identificar com algum dos personagens e se emocionar com a trama de alguns deles, é notável também uma grande profundidade filosófica, nada neste mangá acontece por acaso e isso é incrível.

 

O mangá é da autora Hiromu Arakawa, iniciado em 2001 e terminado em 2010, já finalizado também no Brasil no formato meio Tanko compilado em 54 maravilhosos volumes. Mas para quem perdeu a publicação na época, nada de pânico, a editora JBC atendeu o pedido dos fãs e republicou o mangá no formato tanko e ainda está na terceira edição nas bancas. Para os mais curiosos, existem duas versões do anime, “Fullmetal Alchemist” com final alternativo e “Fullmetal Alchemist Brotherhood” com o enredo quase fiel ao mangá, vale muito a pena ler e assistir, esse com certeza é um dos meus mangás favoritos e meu melhor conselho é: Não deixe esse mundo sem ler “Fullmetal Alchemist” antes.

 

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